Quem dera eu fosse
o senhor dos ventos;
varreria para longe
a tua dor
e te levaria comigo
no embalo dos coqueiros.
De noite eu seria
brisa fresca
conduzindo-te mansamente
ao reino das utopias.
E quando sozinha você estivesse
e quando a saudade teu peito ferisse,
traria de volta os bons momentos
da tua infância doce
tão cheia de bonecas
e risos.
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